- RECONHECIMENTO DE LETRAS E SINAIS EM LIBRAS;
- ESCRITA DE PALAVRAS.
- Obs: algumas atividades foram adaptadas.
sexta-feira, 1 de maio de 2020
ATIVIDADES LIBRAS
ATIVIDADES EM LIBRAS PARA TRABALHAR:
domingo, 12 de janeiro de 2020
NA ESCOLA FAZEMOS O DIAGNÓSTICO DE ESCRITA
PARA QUE SERVE O DIAGNÓSTICO/SONDAGEM DE ESCRITA?
Quando iniciei minha carreira na docência do anos iniciais me fiz essa pergunta e no decorrer da minha prática e estudos teóricos entendi o seu real sentido. Antes de tudo como professora alfabetizadora, preciso conhecer os métodos ou as formas de ensinar a aquisição da língua escrita pelo educando. Costumo dizer: _ inicio a aula igual para todos ,mas ela não termina igual para todos!. Por que falo isso, me baseio na diversidade dos meus alunos, vou me moldando a turma, é difícil olhar cada aluno? Sim, muito, nesse momento tento acionar minha sensibilidade, afinal, sensibilidade não é enxergar o outro/disposição para sentir ou para se emocionar diante de algo ou alguém? A educação do ser tem que emocionar, alfabetizar na língua escrita tão complexa como a nossa é muita emoção ou não é? Você se emociona quando ensina ou quando o aluno demonstra que aprendeu?
Então, para que serve esse tal diagnóstico de escrita que fazemos na escola? Ele serve para o professor saber qual método de alfabetização usar em cada nível de escrita.
Segue abaixo o link com resumo feito pela Só escola sobre os níveis conceituais da escrita:
Abaixo um resuminho que fiz com alguns métodos.
terça-feira, 19 de março de 2019
Você conhece o PCD Legal?
PCD LEGAL
O PCD Legal é um site que oferece acessibilidade as pessoas com deficiência. O site é considerado como uma biblioteca digital, já que abriga publicações cujo conteúdos são apresentados em texto, áudio e Libras. Seu objetivo é ofertar conhecimento sobre temas que favorecem o desenvolvimento da cidadania, sendo assim,é um espaço bilíngue, pois oferece os dois idiomas oficiais do Brasil: português e LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).
Acesso o site neste endereço:
Neste site você poderá acessar as seguintes publicações em formato de texto, áudio e Libras:
- Constituição da República Federativa do Brasil :http://www.pcdlegal.com.br/constituicaofederal/#.XJEbbslKgdU
- Lei Maria da Penha:http://www.pcdlegal.com.br/leimariadapenha/#.XJEb6clKgdU
- Código de defesa do Consumidor:http://www.pcdlegal.com.br/cdc/#.XJEcMclKgdU
- lei Brasileira de Inclusão:http://www.pcdlegal.com.br/lbi/#.XJEcV8lKgdU
- A lei de Cotas em perguntas e respostas:http://www.pcdlegal.com.br/leidecotas/#.XJEcmMlKgdU
- Lei de Libras:http://www.pcdlegal.com.br/leisacessibilidade/#.XJEc2slKgdU
Além de outras publicações: leis , decretos, resoluções, diretrizes, regulamentos e cartilhas.
Referências
http://www.pcdlegal.com.br/
domingo, 17 de fevereiro de 2019
PLANO DE AULA 2
1 Objetivos da aula: Reconhecer
fonema/letra inicial ou medial, com base
na escuta da palavra/nome que a representa.
2 Objetivos de aprendizagens: Identificar
o nome próprio em lista; Utilizar
fichas com o nome como suporte de identificação.
3 Encaminhamentos estratégicos:
Organização
dos alunos em círculo;
·
Socialização
da rotina do dia;
·
Leitura
da comanda;
·
Reutilizar
o cartaz “A chamada” como referência de lista e a parlenda “A canoa virou”
4 Abertura da
aula:
Bom dia a
todos/as. Na aula anterior de Língua portuguesa apresentei a vocês o cartaz da
chamada com o nome de vocês e a parlenda
“A canoa virou”. Agora vamos fazer a leitura da parlenda novamente e cada um de
vocês irá até a lista de chamada e pegará o seu nome.
5 Comanda:
No
primeiro , o professor (a) mostrará o cartaz com o texto da parlenda “A canoa
virou” e fará uma breve leitura. Em seguida, solicitará que cada aluno retire o
seu nome da lista de chamada de acordo com a música da parlenda. (todos cantam
o trecho da parlenda, à medida que, retiram o nome na lista de chamada). Por
fim, orientará que cada aluno forme par com um colega de classe e solicitará
que troquem as fichas com nome e aponte a letra inicial do nome do colega.
6 Intervenções estratégicas:
·
Você
consegue reconhecer o seu nome na lista?
·
Com
qual letra ele começa?
·
Com
qual letra começa o nome do seu colega?
PLANO DE AULA
sequência didática para o 1º ano do Ensino Fundamental.
Plano 1:
Trabalho com nome próprio
Objetivos da aula:
sequência didática para o 1º ano do Ensino Fundamental.
Plano 1:
Trabalho com nome próprio
Objetivos da aula:
·
Escrever
o próprio nome e utilizá-lo como referência para escrever e ler outras palavras.
Objetivos de aprendizagens:
·
Participar
de situações de leitura e escrita de
nomes próprios.
Encaminhamentos estratégicos:
·
Organização
dos alunos em semi círculo;
·
Socialização
da rotina do dia;
·
Leitura
da comanda;
·
Apresentar
em forma de cartaz o alfabeto
·
Utilizar
letras móveis
·
Realização
da sistematização das aprendizagens.
Abertura da aula:
Queridos! Hoje vamos
relembrar o alfabeto e com ele escrever os nossos nomes. Para esta aula
apresento a vocês esse cartaz e essas letras móveis que iremos utilizar durante
a aula.
Comanda:
No primeiro
momento o professor (a) irá apresentar o cartaz com as letras do alfabeto e
convidará os alunos a fazer leitura do mesmo. Em seguida, mostrará uma caixinha
ou saco com letras móveis e orientará os alunos a escreverem seu nome
utilizando as letras. A medida que a
escrita pelos alunos for acontecendo a professora registrará no quadro branco
os nomes formados e fará as intervenções necessárias, caso o/a aluno/a não consiga
escrever o seu nome próprio como o da lista da chamada.
Intervenções estratégicas:
·
O
que tem nesse cartaz?
·
Você
sabe escrever o seu nome?
·
Você
consegue escrever o seu nome com as letras desse cartaz?
Fechamento:
O professor (a) solicitará que cada
aluno destaque o seu nome na lista registrada pelo professor no quadro branco.
domingo, 26 de fevereiro de 2017
TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: algumas características no primeiro ano de vida.
O Transtorno do Espectro Autista ( TEA) se manifesta através de dificuldades marcantes e persistentes na interação social, na comunicação e repertório de interesses. As dificuldades nas capacidades sociais ou de interação social adequado a idade podem ser percebidas ainda nos primeiros meses de vida, já que o bebê não solicita com frequência a mãe e se torna indiferente a sua ausência.
Entre o 4º e o 6ª mês de vida os bebês com TEA podem não apresentar os movimentos antecipatórios de levantar os braços quando fazemos menção de pegá-los no colo. Demonstram falta de interesse por objetos como móbiles ou chocalhos, reagem de maneira exagerada a determinados sons como: buzinas e apitos. Nota-se atraso ou ausência nos balbucios ( quando o bebê faz sons, repetindo sílabas como: Pa!Pa!, Mã!Mã!...) tão fundamentais ao desenvolvimento infantil. A ausência desses balbucios, pode indicar que estão conversando pouco com o bebê ou até mesmo, que esteja com problemas na audição.
Já os bebês com idade de 06 a 12 meses, percebe-se a dificuldade em introduzir alimentos sólidos, sendo de sua referência os alimentos pastosos. Os brinquedos antes ignorados, agora são jogados ou deixados cair no chão com frequência. Nota-se atrasos nas etapas do desenvolvimento como: sentar, engatinhar, tentar levantar e andar, além de falta de afetividade (Demonstração de carinho ou cuidado com alguém íntimo ou querido). É indiferente a estranhos.
Referências
SURIAN,
Luca. Informações essenciais para
familiares, educadores e profissionais de saúde. – São Paulo: Paulinas,
2010. (Coleção psicologia & sociedade).
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
PROJETO DE REFORÇO ESCOLAR
https://docs.google.com/presentation/d/1-e-Me9jcNBRFEhjagGxDuFEd2rgA6yvgqs-alsWXSOA/edit?usp=sharing
quarta-feira, 30 de julho de 2014
RCNEI: REFERENCIAL CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (PDF) VOLUMES 1,2,3
RCNEI: REFERENCIAL CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (PDF) VOLUMES 1,2,3
É uma coleção do Ministério da Educação que através de debates nacionais com profissionais que atuam na educação infantil, construíram o REFERENCIAL CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL a fim de orientar: creches, entidades equivalentes e pré-escolas.
Segundo o MEC (1998), "O Referencial foi concebido de maneira a servir como um guia de reflexão de cunho educacional sobre objetivos, conteúdos e orientações didáticas para os profissionais que atuam diretamente com crianças de zero a seis anos, respeitando seus estilos pedagógicos e a diversidade cultural brasileira".
Volume I- RCNEI: Introdução
Volume II- RCNEI: Formação pessoal e social
Volume III- RCNEI: Conhecimento de mundo
Ambos os volumes podem ser baixados no site do MEC.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Relatório do Filme “Kinsey: vamos falar de sexo”- Julho de 2014
Universidade
Federal do Pará
Acadêmica: Janusa Adriana
Maciel da Cruz 1º
semestre
Professor: Genylton Rocha
Disciplina: Metodologia da
pesquisa
Relatório
do Filme “Kinsey: vamos falar de sexo”- Julho de 2014
O filme “Kinsey: vamos falar de sexo” foi produzido no
ano de 2003, sob a direção de Bill Condon, e atuação de atores como Liam Neeson
como Dr. Albert Kinsey, Laura Linney como Clara McMillem e Cris O’Donnell como Wardell Pomeroy entre outros.
O filme classifica-se como
biografia de Albert Kinsey que abalou a sociedade americana no final da década
de 40 ao lançar em 1948 o livro “Sexual Behavior in the Human Male" ou
“Comportamento sexual do macho humano” no livro Kinsey divulga a sua pesquisa que
trata do estudo sobre sexo na sociedade americana e temas até então ocultos no
seio da sociedade como: masturbação, adultério, sexo antes do casamento,
homossexualidade e bissexualidade.
Kinsey também escreveu uma
edição voltada para as mulheres o “Sexual Behavior in the Human Female” ou
“Comportamento sexual da fêmea humana”, que também escandalizou a sociedade da
época.
O filme inicia com uma
orientação de como o pesquisador deve coletar dados, se comportar e ganhar a
confiança do entrevistado, sendo o próprio Dr. Kinsey a fazer o papel de
entrevistado para testar o modo de entrevistar do pesquisador, através das
perguntas lançadas pelo entrevistador o Dr. Kinsey volta seus pensamentos ao passado, a precisar
quando era um pré-adolescente e ouvia as pregações de seu pai que era pastor
protestante, o filme segue entre a orientação de como entrevistar e as
lembranças do Dr. Kinsey relacionadas as
perguntas.
No decorrer da simulação de
entrevista o Dr. Kinsey descreve como se tornou biólogo, sua briga com seu pai
para tal realização, e sua trajetória acadêmica até chegar a professor de uma
universidade, descreve seu estudo sobre as vespas, e numa de suas aulas sobre
as vespas aparece Clara McMillem com quem casará e terá dificuldade sexual no
seu primeiro ato sexual, tendo em vista que, ambos são virgem, eles então
resolvem procurar orientação médica sobre a dificuldade de penetração no ato
sexual.
Kinsey leva McMillem para
conhecer sua família, sua relação com seu pai continua distante e cheia de
amarguras, boa parte do filme intercala entre a trajetória de vida do Dr.
Kinsey e a orientação de entrevista que passa a contar com a participação de
sua esposa, as perguntas da entrevista se dirigem principalmente a sexo e suas
particularidades, Kinsey e sua esposa
descrevem os nascimentos dos seus três filhos.
Na cena em que um casal
recém-casado é orientado pelo Dr. Kinsey sobre problemas na relação sexual.
Kinsey lança perguntas um pouco constrangedoras e termos sexuais até então desconhecidos
pelo casal, ao sugerir atividades sexuais nem um pouco convencionais, Kinsey é
questionado pelo casal se há algum estudo que comprove o que ele diz e
recomenda, ele diz que não e passa a se questionar sobre a necessidade de
esclarecimento a casais e demais pessoas da sociedade sobre as peculiaridades
do sexo.
Na cena seguinte Kinsey
comenta com sua esposa a incapacidade que teve para afirmar suas recomendações
sexuais ao casal por não ter comprovações cientificas, então pega um livro cujo
tema é “Casamento ideal: sua fisiologia e técnica”, que orientava muitos casais
da época, lê alguns trechos que falam da não recomendação, da masturbação, sexo
oral, dentre outros assuntos, para Kinsey um livro de moralidade disfarçada.
A próxima cena mostra a
decepção do Dr. Kinsey quanto à receptividade dos demais colegas de profissão
ao seu estudo que coletou dados sobre o comportamento das vespas que durou 20
anos, ao discursar ele agradece aos presentes e demonstra toda sua decepção com
a falta de prestígio dos colegas de academia, ele agradece o coquetel pelo
lançamento do livro e a cena segue com conversas paralelas, Kinsey interrompe a
conversa de dois colegas e questiona a ineficácia das aulas de higiene que
tratam de sexo, para ele é pouco eficaz e não traz grandes esclarecimentos sobre
sexo.
O filme segue para cena da
aula de higiene ao qual conta com a presença do diretor da universidade que
organiza o currículo, este presencia e comprova a ineficácia da aula de higiene
que recomenda a abstinência sexual, e mostra as consequências como DSTS que
resultam das relações sexuais que se espalham pelo país, nesta cena
identifica-se o racismo e a discriminação social por parte do professor de
higiene.
Após presenciar a aula de
higiene o diretor que organiza o currículo da universidade, autoriza um curso sobre
sexo voltado apenas para casados do universo universitário, que será ministrado
pelo Dr. Kinsey, ele esclarece no inicio da aula que o curso foi voltado para
casais recém-casados pelas determinações sociais morais em torno das relações sexuais,
sendo que o curso abordará as seis etapas do coito como: estimulação,
lubrificação, ereção, aumento de sensibilidade, orgasmo e relaxamento.
Na cena seguinte Kinsey
conhece Cleyde Martim ao qual se torna seu monitor, a cena segue com vários
alunos do curso com muitas dúvidas sobre sexo, então o Dr. Kinsey resolve expor
na aula as dúvidas de alguns e responde que não sabe as respostas pois não há
estudos que comprovem e esclareça tais dúvidas e em virtude dos fatos elaborou
um questionário e distribuiu na turma para saber o que as pessoas fazem nas
relações sexuais bem como suas dúvidas.
Cleyde Martim passa a
frequentar a casa de Kinsey, e a esposa dele percebe certa aproximação entre os
dois, os três começam a dialogar sobre as respostas que obteve nos questionário
e Kinsey percebe que precisa de um universo maior de pesquisados, nesse momento
ele demonstra ser adepto da pesquisa quantitativa e positivista e que necessita
de uma observação mais direta.
A cena segue e aparecem os três filhos de
Kinsey duas mulheres e um homem, a relação entre Kinsey, sua esposa e as duas
filhas é bem aberta, devido à liberdade de falar de temas com
cunhos sexuais, já a relação de Kinsey com o filho é bem conflituosa por ele
não concordar com a aptidão de seu filho pelos esportes e a liberdade de
assuntos sexuais ser presente e aberto na família faz com que os amigos de seu
filho se afastem por recomendações dos pais deles. Esta é a única cena em que
os filhos do Kinsey aparecem.
A próxima cena mostra a
pesquisa em lócus numa comunidade de
homossexuais, realizada por Kinsey e seu monitor Cleyde Martim, eles entram em
um bar cujos frequentadores são homossexuais, eles tentam entrevistar pessoas
do grupo, mas não obtém sucesso com os abordados, mas enfim consegue um que
aceita falar de seu comportamento homossexual e a cena segue com o relato do
entrevistado falando da sua repressão sexual por causa de comportamento
homofóbico de seu pai e irmãos.
Kinsey liga para sua mulher e fala sobre a
necessidade de mais dados e que os homossexuais são um ótimo ponto de partida
para iniciar sua pesquisa em torno de comportamento sexual, ele então começa a
codificar os dados de sua pesquisa, no hotel divide o quarto com seu monitor e
eles conversam sobre a pesquisa e as classificações de sexualidade, seu monitor
se classifica em um grupo que se relaciona com homens e mulheres e o Dr.Kinsey ficou
indeciso, de repente eles se beijam e tem relação sexual, a relação não aparece
no filme, mas na cena seguinte ele
confessa a sua esposa que teve a experiência com Martim, ela de inicio não
aceita e eles fazem toda uma discussão em torno das regras morais que
impedem mágoas entre casais , mas no decorrer das outras cenas os três ficam
mais próximos, martim e McMillem mulher de Kinsey fazem sexo com a permissão dele.
O filme segue com a
tentativa de Kinsey em conseguir recursos para sua pesquisa que durarão 20
anos, ele explica a possíveis investidores que o resultado da pesquisa culminará
em um livro para homens e outro para mulheres e demais seguimentos da sociedade
com possíveis explicações de assuntos ligados ao comportamento sexual dos
americanos. Ele consegue tais recursos e inicia sua pesquisa, recruta alguns
voluntários para se tornarem pesquisadores e pesquisados, ele inclusive
participa de experiências sexuais com seus colaboradores. Enfim ele lança o
livro citado no inicio deste relatório voltado para o público masculino, mas lido
por todos os gêneros da sociedade ao qual escandaliza toda a sociedade
americana, se torna alvo dos puritanos, é bastante criticado por vários membros
da sociedade e midiáticos, como consequência perde o patrocínio de sua
pesquisa. Inicia busca de novos patrocinadores, mas não tem êxito, mas persiste
com suas pesquisas, nesse momento está com idade bem avançada e com a saúde
debilitada, o filme termina com a ida do Dr. Kinsey e sua esposa McMillem a uma
viagem e no meio do caminho ele vê a floresta e pede para parar o carro,
adentra a floresta e a contempla com sua esposa e ele faz um discurso sobre os
sentimentos das arvores segundo uma tribo indígena e vai embora convidando a
esposa e ela diz para que tanta presa e fica olhando ele seguir no caminho, fim.
O filme é um importante
instrumento de demonstração de pesquisa quantitativa e sua estruturação, seu
enredo é apreciativo por tratar de questões que permanecem na sociedade, é um
filme atemporal.
Referencia.
Filme
Kinsey: Vamos falar de sexo Disponível em: <http://www.adorocinema.com/filmes/filme-47748/creditos/> Acesso em: 11/07/2014
Comentário do filme "Viagem das ideias"
Comentário do filme Viagem das
ideias
Janusa
Adriana Maciel da Cruz1
O filme “Viagem das ideias” é
baseado no livro “Viagem das idéias” de Renan Freitas Pinto, ao qual trata de
aspectos importantes sobre a Amazônia, mostra que as ideias que temos ou as
informações que temos da Amazônia nem sempre foram construídas por nós. O filme faz crítica sobre essa visão de
Amazônia vista como exótica e mística onde os estudos desse território vasto e
rico em biodiversidade são voltados apenas para a natureza da fauna e da flora,
sendo a natureza humana deixada de lado.
O filme inicia com imagens da
floresta, mostrando a visão do povo europeu de que a Amazônia é uma região
despovoada, em seguida mostra o povo e toda sua diversidade cultural e social
em contra partida a essa visão. O filme conta com comentários de pesquisadores
e escritores que ao longo do filme vão trançando a história desse território
desde o seu descobrimento.
O primeiro a fazer comentário é
o escritor Márcio Souza ao qual tem como cenário o belíssimo teatro de Manaus,
para Souza a formação do conceito da Amazônia está vinculada a Europa, segundo
ele a sociedade europeia ao se abrir as ideias do renascimento, se abre para
possibilidade da existência de outros mundos e a construção através da visão
europeia desses outros mundos.
Para Renan Freitas Pinto o autor
do livro Viagem das Ideias a construção do imaginário da Amazônia também está
vinculada ao olhar europeu, e a visão que temos da Amazônia se baseia nesse
olhar, porque fomos ensinados e aprendemos a ver a Amazônia com a visão dos
europeus. Segundo Renan a construção da Amazônia vista como exótica foi criada
desde o início da descoberta e através de expedições nesse território.
Para o professor Dr. Ribamar B.
Freire da UFRJ, o batismo de Amazônia se baseia no mito grego das amazonas,
para explicar a realidade ao qual eles se encontravam nas expedições, pois para
os exploradores era mais fácil associar a situação em que eles estavam a fatos
conhecidos por eles do que admitir a
existência de outras sociedades, os indígenas. Para Ribamar os pré-conceitos
estabelecidos pelos observadores durante a expedição pela região, fez com que a
população local fosse desmerecida de todo o conhecimento que eles possuíam
dessa região.
Para Eduardo Neves do Museu de arqueologia
da USP, todo brasileiro diz que a Amazônia é nossa, que a Amazônia é do Brasil
é nosso patrimônio, mas os brasileiros não conhecem a Amazônia muito bem, para
Ribamar esse pensamento é uma visão paulista Centrica e discorda plenamente
dessa visão, para Ribamar temos que pensar nos
diferente campos do saber, pensar a Amazônia com a cabeça da gente,
dialogando lá fora.
Marcio Souza toda presunção
elaborada pelos europeus e depois pelos pensadores brasileiros sobre a Amazônia
é a presença dos povos indígenas nessa região sendo esse povo detentor dos
conhecimentos, dos enigmas sobre essa região, os pensadores europeus e
brasileiros se perguntam como essas populações indígenas conseguiram viver,
trabalhar e se relacionar com o meio ambiente e não destruí-lo por milhares de
anos.
Eduardo Neves destaca a produção
da terra preta pelos indígenas que até a atualidade não se tem o conhecimento
de como se produzir tal terra, que tem propriedades químicas que ainda não são
bem conhecidos, e não perdem sua fertilidade. Para ele quando os antropólogos
começaram a estudar cientificamente os índios da Amazônia a partir do ciclo da
borracha, pegaram a história dos povos indígenas em outro estagio, onde a
configuração demográfica das populações indígenas apresentava-se reduzida,
devido a um processo histórico dramático.
Renan Freitas aborda a visão do
índio a partir dos seus próprios olhares, ou seja, a mudança de paradigma da
imagem do índio, que sempre foi representado pelos antropólogos como um ser bárbaro, nessa mudança de paradigma
da imagem do índio surge os movimentos políticos indígenas.
Eduardo Neves complementa a fala
de Ribamar quando diz que os índios em geral são visto como seres sem história e
não pertencentes à história sendo pertencente somente a natureza, para ele os
indígenas modificam a natureza.
Em suma para os protagonistas
desse filme pensa-se na Amazônia como uma região marcada pelo exotismo,
isolada, inibida culturalmente, ou seja, o próprio povo da Amazônia não se vê
como parte da Amazônia.
A importância da Amazônia no
currículo escolar esta no fato dessa necessidade de conhecer o próprio espaço
que ocupamos, pois o currículo é a identidade de um povo, e conhecer o espaço
com toda sua biodiversidade e complexidade cultural com identidade própria traz conhecimentos que
não estão fora da realidade de quem vive aqui nessa região, um currículo mais
regionalizado provoca nas populações locais a defesa dessa região com toda sua
riqueza cultural e social, pois jamais pode-se dizer que a região amazônica possui
uma única cultura, mas sim múltiplas
culturas com identidades próprias dentro de uma mesma região.
1 Aluna do Curso de Pedagogia da
UFPA.
Relatório do filme "Ponto de Mutação"
Universidade
Federal do Pará
Acadêmica: Janusa Adriana
Maciel da Cruz 1º
semestre
Professor: Genylton
Disciplina: Metodologia da
pesquisa
Relatório do Filme “Ponto de
Mutação”- Julho de 2014
Ponto de Mutação foi lançado no ano de 1990 e produzido
pelo diretor Bernt Capra, é classificado como drama, tem sua história baseada
no livro homônimo de Fritjof Capra, ao qual faz discussões sobre o conhecimento
científico, e crítica a forma de produção desse conhecimento, propõe uma visão holística sobre tais conhecimentos onde
deve-se buscar entender as totalidades das coisas, evitando assim uma visão fragmentada
de mundo.
O filme apresenta três
personagens principais: Sonia Hoffman a cientista, Thomas Harriman o poeta e Jack
Edwards o político, ao quais os três com visões bem diferentes de mundo fazem
um diálogo em torno do conhecimento. O filme conta com cenário medieval, a
destacar o Monte São Michel ou Mont. Saint Michel, que é um mosteiro,
localizado no litoral da França.
O encontro dos três se dá as
portas da igreja e através da frase “Nem um santo sustenta-se só”, que o poeta
lembra à porta da igreja, o político inicia um discurso a favor da
política e aparece à cientista, a igreja é aberta e todos entram inclusive os
três personagens, o político e o poeta permanecem no dialogo cada um com sua
visão de mundo, indagam a criação do relógio como um instrumento que veio para mecanizar
o tempo e as pessoas.
O diálogo dos três
personagens se inicia na sala onde fica um relógio secular ainda em
funcionamento, para o poeta a invenção do relógio foi à ruptura dos homens com
a natureza e excita a cientista a concordar ou
discordar de tal pensamento,
ela concorda e acrescenta que o relógio foi mais do que a ruptura com a natureza
mais também o modelo do Cosmos.
Quando o politico indaga a
cientista o porquê de não votar, ela inicia toda uma discussão reflexiva, ao
quais os três personagens vão desenrolando ao longo do filme, citam grandes
teorias e cientistas, filósofos, poetas, políticos, etc. Discutem sobre a visão
mecanicista e seus métodos científicos, a natureza humana mecanizada, política,
etc.
O filme todo é desenrolado
com discussões e reflexão em torno de ideias, instituições, valores, ciência, critica
a política, tecnologias, teocentrismo, humanismo e visão de mundo. A cientista
passa por um processo de crise, por causa da sua produção cientifica que teve mal
uso. Ambos dialogam sobre a crise de percepção representada no filme pela sala
de torturas.
Ao concluir, o filme
apresenta um diálogo complexo por trazer ideias, pensamentos e conceitos científicos,
que são discutidos e explicados pelos personagens, não vejo como um filme
atraente para pessoas que não possuem um conhecimento rasteiro sobre os temas
abordados.
.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
TEXTO COM BASE NO LIVRO DE CALLIGARIS “A ADOLESCÊNCIA”
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos a sociedade vem
discutindo a questão da adolescência seja dentro da família, ou até mesmo em
programas de televisão, o tema sempre é favorito, pois é nessa fase da vida que
o nosso processo psicológico, social e a maturação iniciado na puberdade se
acentuam. É importante diferenciarmos puberdade de adolescência, a puberdade é
o inicio da adolescência com transformações intelectuais e emocionais, onde a
maturação das funções fisiológica que capacita o ser para reprodução ocorre, é
uma fase de constantes adaptações, já a adolescência é um processo psicológico,
social e de maturação, iniciado pela puberdade.
A adolescência é um processo
psicológico quando falamos em personalidade, por exemplo, sendo que nesta fase
os distúrbios de conduta ocorrem com mais frequência, não que na fase adulta
esses distúrbios não ocorram, mas é na adolescência que esses distúrbios se
acentuam, a citar: a desobediência, mentira, inveja, agressividade,
egocentrismo, inatividade e insegurança.
Social, porque temos a necessidade
de viver e conviver com pessoas, sendo que essa necessidade vem acompanhada por
conflitos sociais, haja vista, que segundo Novello “o adolescente se ver
dividido entre o que ele é para a sociedade e o que ele gostaria de ser” (2004:177).
Novello versa sobre a maturidade
quando nos fala que ser maduro é
“aquele
que age e reage racionalmente de acordo com as circunstâncias, num sentido de
superação das dificuldades, levando em consideração o outro.”
A
adolescência nos pede esse agir e reagir de maneira racional, pois as
dificuldades vividas nessa fase são constantes, e não considerar o outro como forma
integrante do meio ao qual se está inserida, torna essas dificuldades ainda
maiores.
A moratória vivida pelo adolescente
se faz necessário, haja vista, que não se podem pular fases, por exemplo, sair
da infância direto para a fase adulta. A imposição da moratória faz a fase
adolescente ser uma fase de contestação aguda, pois para obter o reconhecimento
como adulto os jovens tomam atitudes às vezes rebeldes, retardando assim a
liberdade e independência tão almejada.
A adolescência idealizada ocorre
quando o jovem é privado de autonomia, ele quer logo ser reconhecido como
adulto, pois ele quer se alto gerir. A duração da adolescência varia conforme a
cultura de cada sociedade, de acordo com o ECA adolescente é “aquele entre doze
e dezoito anos de idade” (art.2º), então para fins civis a adolescência tem seu
fim aos dezoitos anos de idade.
A ADOLESCÊNCIA COMO MORATÓRIA
A
moratória no período da adolescência é enfatizada por Erikson (1976) quando o
mesmo menciona que ’’ adolescência é como uma fase especial no processo de
desenvolvimento ao introduzir o conceito de moratória identificando esse
período na concepção de confusão de papeis e dificuldades em estabelecer a sua
própria identidade é como período que passou ser o modo de vida entre a
infância e fase adulta’’.
A
adolescência é como moratória, por que nessa fase o adolescente espera ser reconhecido
como adulto, ele quer se tornar logo adulto, a espera imposta pela moratória
para alguns adolescentes às vezes se torna um entrave para tal concessão. Como
podemos observar no filme “quero ser grande”, vivido por Tom Hanks, história fantástica sobre um menino de doze anos que pede
para se tornar adulto a um boneco em um parque de diversões. No dia seguinte,
ele já aparenta ser um adulto e a mãe o expulsa de casa, pois não conhece
aquele estranho. Entretanto, ele continua sendo uma criança, apenas seu corpo
cresceu, e este seu lado infantil será uma arma a seu favor no mundo dos
adultos. Os adolescentes passam essa fase desejando se tornar logo adultos.
A
ADOLESCÊNCIA COMO REAÇÃO E REBELDIA
Essa
moratória imposta faz com que o adolescente seja inquieto, onde ele
constantemente faz revisão e contestação dos valores sociais adquiridos ainda
na infância, pois não basta apenas que seu corpo esteja maturado, para ser
considerado adulto, mas sim a sua forma de agir e reagir às regras imposta pela
sociedade, de maneira racional e tendo respeito aos demais integrantes dessa
mesma sociedade.
A
rebeldia é um comportamento comum na fase adolescente, comum no sentido de ser
frequente e não de ser próprio desta fase, o ambiente do adolescente é confuso
e conflituoso, pois os próprios adultos não sabem lidar com essas novas
transformações que os jovens apresentam, sendo essa confusão gerada a respeito
do que permitir, o que proibir e o que pode ser aceito desta nova pessoa que
está se situando de acordo com as regras da sociedade ao qual está inserido. Na
fase da adolescência utilizamos muito o recalque que é um mecanismo de defesa
proposto pela psicanálise, onde o indivíduo “não vê”, “não ouve” o que ocorre.
Existe o apagamento de uma parte da realidade, um exemplo disso é quando
entendemos uma proibição como permissão porque não “ouvimos” o “não”, por isso
o recalque é o mais radical dos mecanismos de defesa.
A
rebeldia pode ser apenas uma reação à falta de jeito dos adultos para lidar com
esta nova fase ao qual o adolescente está passando, a falta de compreensão,
apoio e esclarecimento a respeito das modificações, que muitas vezes assuntam o
jovem, faz com que ele demonstre de maneira radical ao ser tratado como a
criança que era, e que não tem maturidade suficiente para assumir uma vida
adulta. Se os adultos que se relacionam com o adolescente continuam a tratá-lo
como criança, se não conseguem aceitar que os interesses dele são outros e não
tiverem condições de estabelecer uma relação de colaboração e confiança, a probabilidade de
rebeldia na adolescência continuará sempre fazendo com que esta característica
seja marcante nesta fase.
A ADOLESCÊNCIA IDEALIZADA
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Por ser um conceito moderno o
termo adolescência foi idealizado pelo adulto, sendo esta idealização criada
com o objetivo de que a moratória, seja mais aceitável pelo jovem. Esta
idealização faz com que os jovens sintam que tem uma obrigação de se sentirem
felizes, o que pode causar certa depressão em alguns jovens. Mas como ser
feliz se a moratória imposta pelos adultos privam os jovens de ter a sua tão almejada autonomia, esse é o
paradoxo vivido pelo adolescente, onde a passagem para a vida adulta é uma
verdadeira charada em nossa cultura, tendo, por exemplo, o filme “17 outra
vez”, onde conta a história de Mike um dos garotos
mais populares da escola, atleta a caminho de uma excelente universidade.
Mas, resolve jogar tudo para o ar e se casar com sua namorada de colégio.
Depois de 20 anos, quando sua vida não é exatamente aquilo que planejou, ele
tem um encontro com um misterioso funcionário da escola e, de uma hora pra
outra, volta há ter 17 anos. Aí é que começa uma série de trapalhadas e
problemas com a esposa e os filhos - que agora estudam com ele.
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O filme é no estilo de 'Quero Ser Grande',
estrelado por Tom Hanks na década 80, mas com uma história inversa.
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Nas
outras culturas é visível a passagem desse jovem para a vida adulta através dos
rituais de passagem.
A
duração da adolescência
No
começo da adolescência podemos observar as mudanças fisiológicas produzidas
pela puberdade, Novello (2004) descreve a puberdade como:
“a
fase do desenvolvimento do organismo humano em que o crescimento físico alcança
seu completo amadurecimento”
Sendo
a puberdade como a fase que inicia a adolescência e nela ao qual o jovem
adquire a maturidade orgânica necessária para a fase adulta, onde essa
maturidade do corpo do jovem vai adquirir as funções e os atributos do corpo
adulto. Como diz Calligaris “a puberdade ano a mais ou ano a menos, é a marca
que permite calcular o começo da adolescência” (2000-p. 19).
O
período da adolescência conforme Pacheco (2004) se caracteriza por faixa etária
entre 10 e 19 anos de idade, e por um intenso crescimento e desenvolvimento das
transformações anatômicas, psicológicas e sociais. As modificações anatômicas
são bem perceptíveis nos jovens, sendo que para as meninas a primeira
menstruação faz com que a criança até então seja reconhecida como uma adolescente,
já os meninos esse reconhecimento como adolescente demora mais para ocorre.
A
grande questão da adolescência é saber quanto tempo ela dura, em algumas
culturas a citar a cultura indígena, para o jovem se tornar adulto, este deve
submeter-se a um ritual de passagem ao qual irá fazer algumas provas
determinadas pelos mais velhos da tribo. Sendo o sucesso nestas provas o seu
concessão de ser reconhecido pela tribo como homem ou mulher. Os ritos de passagem são as cerimônias que marcam a mudança de um indivíduo ou de um
grupo de uma situação social para outra, em nosso trabalho destacamos a
passagem do adolescente para a fase adulta, por exemplo, o que ocorre em
algumas tribos.
Os
ritos de passagem são coisas de grande importância para os índios mais velhos e
os chefes das aldeias, é tradição, após a primeira menstruação as adolescentes
são condenadas a ficar presa por um ano ou mais, a comida é escassa. Já com os homens,
em algumas culturas, são obrigados a usarem luvas repletas de formigas
venenosas ou fazerem tatuagens feitas com espinhos e sem o uso de anestesia.
Em
nossa cultura ocidental há várias frentes quanto ao fim ou começo da
adolescência, no ano de 1989 foi estabelecido no ECA( Estatuto da criança e
adolescente) que adolescente é aquele que tem entre doze e dezoito anos de
idade,já para Pacheco mencionado acima a duração da adolescência fica entre 10
e 19 anos de idade
CONCLUSÃO
A adolescência é a fase onde os jovens
reconstroem bases adquiridas ainda na infância, sobre a sua própria base. Cabe
aos pais compreender e acompanhar tal construção, onde a comunicação entre pais
e filhos deve ocorrer sem resguardas, a fim de evitar atritos, é claro que essa
comunicação nem sempre é possível, pois os obstáculos existem, mas cabe aos
pais e filhos procurarem um jeito para que a relação entre ambos não venha a
ser prejudicada, pois ambos perderiam nessa relação. Aceitar que aquela criança
ao qual se carregava no colo aceitava seus conselhos e acreditava em tudo que
vocês pais diziam, não é nada fácil, mas com carinho, amor e compreensão e uma
grande dedicação a manter este jovem no rumo certo ao qual os pais almejam é
trabalhoso, então conhecer as mudanças ao qual os adolescentes passam é um
dever de casa, que os pais tem que se dedicar, afinal quem é pai hoje,ontem foi
um adolescente.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
BOCK,
Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria Lurdes T. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia-13.
Ed.reform. e ampl.-São Paulo: Saraiva,2002.
CALLIGARIS,
Contardo. A adolescência- São Paulo:
Publifolha, 2000-(Folha explica).
CONTINI,
Maria de Lourdes Jeffrey, KOLLER, Silvia Helena. A adolescência e psicologia:
concepções práticas e reflexões crítica-Rio de Janeiro: Conselho Federal de
Psicologia, 2002.
ECA.
Lei nº8. 069 de 13 de junho de 1990 (Estatuto da criança e adolescente)
disponível em: Http://www.planalto.gov.br/civil-03/leis.
acesso em setembro de 2012.
NOVELLO,
Fernanda Parolari. Psicologia da
adolescência: o despertar para a vida-6. Ed São Paulo: Paulinas, 2004.
Filmes
comentários Disponível em: http://www.cinepop.com.br/filmes/17again.htm>
Acesso em setembro 2012
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